Infeções das vias respiratórias altas: o que fazer em cada caso

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Ouvidos, nariz e garganta servem, entre outras coisas, para filtrar o ar que respiramos e, também, todos os gérmenes e vírus em suspensão. Constituem a primeira barreira de proteção do organismo e é isso, precisamente, que os torna vulneráveis.

 

Para melhor ilustrar a grande vulnerabilidade do conjunto ouvidos-nariz-garganta, poderíamos começar por recordar aquilo que se passa com as janelas de uma casa:  qualquer inclemência do tempo, uma mudança brusca de temperatura ou uma atmosfera excessivamente contaminada danificam, em primeiro lugar, as portas de entrada e as janelas; da mesma forma, aqueles órgãos são as primeiras vítimas  do meio ambiente.

As infeções das vias respiratórias altas afetam os seios nasais, a faringe e a laringe e adquirem-se ao inalar ar com vírus ou bactérias em suspensão. Em muitos casos, porém, as simples afeções do nariz e da garganta têm uma origem irritativa e, inclusive, psicossomática. Muitos especialistas coincidem ao afirmarem que, numa ampla gama de casos, o stress e a falta de repouso alteram estas vias, causando incómodos que se confundem, por vezes, com a comum constipação.

Os mesmos especialistas afirmam que uma das medidas mais indicadas para combater uma constipação é ficar na cama, para que o organismo possa mais facilmente regenerar-se; pelo contrário, se se teima em ir trabalhar e “encharcar-se” em medicamentos para aliviar os sintomas, a única coisa que se consegue é alargar o estado catarral.

Leia o artigo completo na edição de dezembro 2016 (nº 267)

 

 

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