Entre os vários fatores que influenciam a produção de energia, a coenzima Q10 tem despertado um interesse crescente por parte da comunidade científica.

Há pessoas que recuperam de uma gripe ou de uma infeção e, poucos dias depois, voltam à sua rotina normal. Outras, porém, continuam a sentir-se cansadas durante semanas ou meses. A falta de energia, a dificuldade de concentração e a sensação de exaustão podem afetar o trabalho, a vida familiar e o bem-estar. Afinal, porque é que algumas pessoas demoram tanto tempo a recuperar?

Nos últimos anos, os cientistas têm procurado responder a esta pergunta e uma das explicações mais promissoras aponta para as mitocôndrias, as pequenas estruturas existentes no interior das células responsáveis pela produção de energia. Alguns estudos sugerem que determinadas infeções virais podem interferir com o funcionamento destas «centrais energéticas» do organismo, ajudando a explicar a fadiga persistente e o impacto que esta tem na qualidade de vida.

AS “CENTRAIS ENERGÉTICAS” DAS CÉLULAS

No interior de cada célula existem pequenas estruturas chamadas mitocôndrias. São frequentemente descritas como as ”centrais energéticas” do organismo, porque transformam o oxigénio e os nutrientes em energia, permitindo que o corpo e o cérebro funcionem normalmente.

Vários estudos sugerem que algumas infeções virais podem alterar o funcionamento das mitocôndrias. Quando isso acontece, a produção de energia torna-se menos eficiente, o que pode ajudar a explicar porque algumas pessoas se sentem constantemente cansadas, mesmo após terem recuperado da doença.

PORQUE É QUE A FADIGA AFETA TODO O ORGANISMO?

A energia celular é essencial para praticamente todas as funções do corpo. Quando a sua produção é comprometida, podem surgir sintomas em vários sistemas ao mesmo tempo. A fadiga persistente, a menor tolerância ao esforço, as dificuldades de memória e concentração e a sensação de exaustão após atividades simples são algumas das queixas mais frequentes.

Os investigadores acreditam que esta alteração no metabolismo energético poderá desempenhar um papel importante em condições de fadiga prolongada, embora ainda haja muito por descobrir.

O PAPEL DA COENZIMA Q10

Entre os vários fatores que influenciam a produção de energia, a coenzima Q10 tem despertado um interesse crescente por parte da comunidade científica. Esta substância está naturalmente presente no organismo e desempenha um papel fundamental nas mitocôndrias, participando diretamente no processo de produção de energia celular. Alguns estudos observaram níveis mais baixos de coenzima Q10 em pessoas com fadiga prolongada e alterações no metabolismo energético. Por essa razão, os investigadores estão a estudar se a suplementação com Q10 poderá ajudar a apoiar a função mitocondrial e contribuir para a recuperação da vitalidade.

UMA FORMULAÇÃO DE Q10 COM ABSORÇÃO DOCUMENTADA

Quando se escolhe um suplemento de coenzima Q10, a capacidade de absorção é um fator importante. Isto porque a Q10 é uma substância naturalmente difícil de absorver, pelo que a sua formulação pode fazer uma grande diferença.

Está disponível em farmácias uma formulação especial de coenzima Q10, semelhante à produzida naturalmente pelo organismo. É fabricada sob controlo farmacêutico, numa matriz de óleo vegetal, e submetida a um processo térmico específico que permite a dissolução completa das moléculas de Q10. Desta forma, a coenzima pode ser mais facilmente absorvida através da parede do intestino e passar para a corrente sanguínea. A sua absorção e biodisponibilidade estão documentadas em mais de 100 estudos publicados em revistas científicas.

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