Vai tomar antibióticos? Sabe como prevenir os seus possíveis efeitos secundários?

 

Portugal é um dos países europeus com maior consumo de antibióticos1 e é nos meses de inverno que a prescrição atinge uma percentagem mais elevada, em parte devido às doenças associadas ao frio, como as infeções respiratórias. Apesar de serem necessários para tratar algumas infeções bacterianas não estão indicados para gripes e constipações e podem ter efeitos muito negativos, provocando o desequilíbrio da nossa microbiota intestinal, ou seja, disbiose.

Uma microbiota desequilibrada está relacionada com várias doenças intestinais e extraintestinais, tais como a diarreia, obstipação, Síndrome do Intestino Irritável (SII), doença de Crohn, diabetes, obesidade, depressão, asma, alergias, dermatite atópica, autismo, vaginose bacteriana, candidíase, doenças autoimunes, Parkinson, entre outras.2-4

A diarreia associada à toma de antibióticos pode ocorrer num em cada três indivíduos tratados com estes fármacos5, no entanto, todos vão sofrer de disbiose.

Uma das formas de prevenir os efeitos secundários da toma de antibióticos é através da toma de probióticos. A utilização de determinados probióticos durante e após o tratamento com antibióticos previne o desequilíbrio da microbiota e pode reduzir a probabilidade de desenvolvimento de efeitos secundários.

Este desequilíbrio, a que se dá o nome de disbiose, torna a microbiota incapaz de cumprir as suas funções protetoras e metabólicas. A curto prazo, a disbiose deixa a porta aberta para agentes oportunistas e bactérias multirresistentes. A longo prazo a disbiose está associada a várias doenças, como: obesidade, diabetes tipo II, asma, alergias, etc.

Numerosos estudos evidenciam que UL-250® cápsulas, com a estirpe probiótica única Saccharomyces boulardii CNCM I-745®, naturalmente resistente a antibióticos, está recomendado no tratamento sintomático da diarreia aguda e na prevenção da diarreia associada à toma de antibióticos.

Consulte mais informação em: https://ul250.com/

Uc.0036/2021

UL-250, 250 mg, Cápsulas

Leia cuidadosamente as informações constantes da embalagem e do folheto informativo. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico. UL-250 é um medicamento utilizado no tratamento sintomático da diarreia aguda em crianças e adultos e para prevenção da diarreia associada à toma de antibióticos. UL-250 contém Saccharomyces boulardii como substância ativa e pertence ao grupo farmacoterapêutico dos suplementos enzimáticos, bacilos lácteos e análogos. Precauções especiais/ contraindicações: Não tome UL-250, se tem alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ou a qualquer outro componente deste medicamento ou se tem um catéter venoso central, se é um doente imunocomprometido ou está hospitalizado (devido a doença grave ou sistema imunitário enfraquecido/alterado). Precauções especiais: Deverá consultar imediatamente o seu médico, se não se sentir melhor após 2-3 dias de tratamento, se tiver febre ou vómitos, caso verifique a presença de sangue ou muco nas fezes, em caso de sentir sede exagerada, secura da língua. Nestas situações pode estar mais suscetível a sofrer infeções causadas por fungos durante o tratamento com UL-250, visto que a Saccharomyces boulardii, foi associada a um maior risco de aparecimento deste tipo de infeções (chamadas fungémias). UL-250 é um tratamento adjuvante utilizado em conjunto com importantes medidas dietéticas. Não são conhecidas interações medicamentosas para o medicamento UL-250 para além da diminuição da sua ação quando é utilizado em associação com um medicamento antifúngico oral ou sistémico. Não deve ser utilizado com líquidos a temperaturas superiores a 50 °C. Este medicamento contém sacarose e lactose mono-hidratada. Posologia: 1 cápsula 3 vezes por dia. Modo de administração: Crianças com idade igual ou superior a 6 anos e adultos: Engolir a cápsula sem mastigar, com um copo de água. Para lactentes e crianças mais jovens encontra-se disponível a formulação em saquetas que é mais adequada para este grupo populacional. Devido ao risco de contaminação do ar, as cápsulas não devem ser abertas nos quartos dos doentes. Os prestadores de cuidados de saúde devem usar luvas durante o manuseamento de probióticos a administrar e, em seguida, eliminar imediatamente as luvas e lavar corretamente as mãos. Novembro 2018 Titular da AIM Biocodex – 7 avenue Gallieni; 94250 Gentilly; França. Medicamento não sujeito a receita médica. Medicamento não comparticipado. Para mais informações contacte o Representante Local do Titular da AIM: Biocodex Unipessoal Lda., Avenida Da República 18, 11°, 1050-191 Lisboa; NIPC: 515036684.

 

Referências Bibliográficas:

1.https://www.elsevier.es/en-revista-revista-portuguesa-saude-publica-323-articulo-o-uso-antibioticos-e-as-S087090251500067X

  1. Zeissig S et al. Life at the Beginning: Perturbation of the Microbiota by Antibiotics in Early Life and Its Role in Health and Disease. Nat Immunol. 2014 Apr;15(4):307-10

3.Tilg H et al. The intestinal microbiota fuelling metabolic inflammation. Nat Rev Immunol. 2020 Jan;20(1):40-54.

4.Abrahamsson TR et al. Low gut microbiota diversity in early infancy precedes asthma at school age. Clin Exp Allergy 2014;44(6):842-50.

5.McFarland LV. Antibiotic-associated diarrhea: epidemiology, trends and treatment. Future Microbiol. 2008 Oct.

 

 

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