Subconsciente: não devemos temê-lo nem ignorá-lo

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Acompanha-nos ao longo de toda a vida, mas permanece oculto, inclusive para nós próprios. O subconsciente é um verdadeiro mistério, mas também uma poderosa fonte de energia, que devemos aprender a usar em nosso proveito.

O subconsciente é a soma de todas as nossas recordações, ideias, impressões, motivos e opiniões. Toda uma bagagem vital e intelectual que está guardada algures num canto do nosso cérebro e que desempenha um papel muito importante na vida quotidiana do ser humano. O subconsciente recebe uma infinidade de estímulos – cores, odores, formas, desenhos, ruídos, etc. –  e filtra o mais importante, para poupar à atividade consciente o descomunal trabalho que constituiria analisar toda a informação.

Nesse imenso sótão mental, vão ficando depositados todos os estímulos e informações que a nossa consciência dispensa.

Como atua o subconsciente?

Nalguns casos, o subconsciente faz-se notar, seja por uma sensação estranha no estômago, seja através de uma espécie de voz interior, sentimento que, por vezes, acaba por tomar as rédeas do nosso comportamento. Isto explica as nossas decisões instintivas, os nossos impulsos mais inexplicáveis, as emoções libertadas sem motivo aparente ou a sensação irracional de perigo iminente. Em todos estes casos, percebe-se a aura do subconsciente.

O subconsciente tem, por isso, uma imensa influência nas nossas reações e modos de atuar, bem como sobre as nossas crenças e ideologias. Também se repercute na nossa saúde e bem-estar e afeta a nossa capacidade de rendimento e o nosso êxito pessoal.

Psicólogos de Universidade de Amesterdão descobriram, recentemente, que o subconsciente joga um papel importantíssimo na hora de tomar grandes decisões. Por isso, não devemos temê-lo nem tentar ignorá-lo.

Felizmente, esse armazém da atividade mental é, também, uma ferramenta que podemos aprender a controlar cada vez melhor.

Leia o artigo completo na Edição de Dezembro 2015 (nº 256)

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