Saúde infantil de A a Z: sintomas e tratamentos

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AS DOENÇAS INFANTIS DEVEM SER DIAGNOSTICADAS E TRATADAS PELO PEDIATRA. MAS É BOM CONHECER OS SINTOMAS DAS MAIS FREQUENTES, PARA SABER AVALIAR QUANDO SE DEVE LEVAR A CRIANÇA COM URGÊNCIA AO MÉDICO OU QUANDO SE PODE ESPERAR.

 

Nem todas as chamadas doenças infantis afetam todas as crianças; porém, é razoavelmente provável que o seu filho venha a sofrer algumas delas.

Embora todas as doenças devam ser diagnosticadas e tratadas pelo pediatra, pode ser útil conhecer os sintomas das mais frequentes, para saber como atuar numa primeira fase.

Existem regras que são comuns a todos os processos patológicos e que é bom estarem sempre presentes. Por exemplo: siga sempre e só o tratamento prescrito pelo pediatra, acatando de forma meticulosa as suas indicações e nunca dê à criança um medicamento que não tenha sido receitado pelo médico.

Na extensa lista de doenças infantis que motivam a maioria das consultas pediátricas, não incluímos as afeções ligeiras, que se curam sem tratamento, como a constipação comum, bem como as doenças de menor incidência e as crónicas, que necessitariam de uma informação mais detalhada.

 

Adenite (gânglios)

Inflamação de qualquer gânglio, geralmente do pescoço, mas também das virilhas ou das axilas. Costuma dever-se a uma infeção próxima: ouvidos, garganta, faringe, etc.

  • Sintomas – Aparição de um ou mais nódulos, que costumam localizar-se no pescoço.
  • Tratamento – Normalmente, à base de antibióticos, contra a infeção que provocou a inflamação.
  • Evolução – Os gânglios voltam, pouco a pouco, ao seu tamanho normal, quando desaparece a infeção. Se persistem, o médico deve avaliar a sua consistência e tamanho.
  • O que pode a mãe fazer – Evite que a criança apanhe frio na garganta.

 

Bronquite e bronquiolite

São duas doenças que se manifestam com inflamação dos brônquios ou das suas ramificações mais finas, os bronquíolos. Costumam ser produzidas por vírus.

  • Sintomas – Tosse abundante, com mucosidade e ruído ao respirar. Respiração acelerada e difícil. No caso da bronquiolite: sibilâncias, acessos de tosse, dificuldade aguda para respirar, adejo nasal (batimento das asas do nariz), expiração alargada e taquicardia.
  • Tratamento – Para a bronquite, a humidade é a melhor terapia. Para a bronquiolite, são precisos fármacos broncodilatadores. Se a dificuldade respiratória for grave, pode haver necessidade de internamento hospitalar. Se ocorrer sobreinfeção bacteriana, há que recorrer aos antibióticos.
  • Evolução – De 10 a 15 dias.
  • O que pode a mãe fazer – Humidifique o ar com vapor e dê à criança muitos líquidos, para fluidificar o muco.

Leia o artigo completo na edição de fevereiro 2020 (nº 302)

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