Melhor alimentação, mais saúde

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Mudar de atitude na alimentação pode não ser fácil, mas é extremamente gratificante. Basta acreditar, “arregaçar as mangas” e colocar a saúde em primeiro lugar.

 

Todos os anos acontece a mesma coisa: com a entrada do Ano Novo, paramos por momentos para refletir sobre o ano que passou, o que podíamos ter feito e não fizemos e o que escusávamos de ter feito… Para muitas pessoas, a principal promessa é perder aqueles quilos a mais, que persistem há muito tempo ou que se acumularam com os exageros das Festas do final de ano.

Se faz parte deste grupo de pessoas, leia os conselhos que se seguem, pois certamente irão ajudá-lo(a) na conquista do peso ideal, atingindo esse objetivo com mais saúde, boa disposição e autoestima.

Mas é importante relembrar que as decisões tomadas no início do ano devem sempre vir acompanhadas das respetivas ações. Não adianta fazer estas ou aquelas promessas, se depois não são postas em prática.

Mudar de atitude, na alimentação ou noutros pequenos hábitos do dia a dia, pode não ser fácil, mas tenha certeza que é extremamente gratificante. Basta acreditar, “arregaçar as mangas” e colocar a saúde em primeiro lugar… Eis um excelente voto de Ano Novo!

Alimentação equilibrada e bem-estar

Nós somos aquilo que comemos! Todos nós já ouvimos esta expressão alguma vez na vida e é uma verdade à qual não conseguimos fugir. A nossa alimentação reflete-se no estado do nosso cabelo, pele, unhas, dentes, forma física e até no estado emocional.

Alguns estudos científicos demonstram que a relação entre aquilo que somos e o que comemos é tão estreita que é pouco vantajoso utilizarmos diariamente os melhores champôs, cremes e outros produtos de beleza e de cosmética, se insistimos em comermos mal ou alimentarmo-nos segundo as dietas da moda, que não têm fundamento algum.

O nosso organismo precisa de uma nutrição adequada e equilibrada para satisfazer as suas necessidades fisiológicas e metabólicas, que envolvem o crescimento, a reparação e a manutenção do organismo como um todo.

Uma alimentação saudável fornece os nutrientes necessários às células, as quais, por sua vez, produzirão várias substâncias e compostos necessários à saúde do corpo e da mente, além de exercerem uma ação positiva nos cabelos, manifestando-os brilhantes, nas unhas, tornando-as mais fortes e resistentes, na luminosidade da pele, entre tantos outros benefícios a apontar.

Reeducação alimentar

Ao invés de optar por tratamentos mais agressivos – como uma lipoaspiração ou uma abdominoplastia, por exemplo –, saiba que a atividade e o exercício físico, aliado a uma alimentação equilibrada, pode fazer “milagres” ao organismo, além de ser o principal fator para o sucesso e a manutenção de quaisquer tratamentos estéticos corporais.

A mudança do estilo e dos hábitos de vida é necessária até mesmo em casos de cirurgia plástica, porque sem a mudança do estilo de vida, os resultados, na maioria das vezes, são perdidos e volta-se ao que se era antes.

Não se esqueça do seguinte: um plano alimentar ou uma dieta não são um regime imutável. Quando o nutricionista prescreve um plano alimentar, não é com o intuito de se perder peso, mas sim para ficar com o organismo em equilíbrio relativamente à sua composição corporal (massa magra, massa gorda, massa muscular e água). Já por regimes ou dietas milagrosas entendem-se sacrifícios e renúncias vazias, enquanto que um plano alimentar é uma nova visão de como a pessoa pode alimentar-se adequadamente.

Quando nos submetemos a um regime, mais cedo ou mais tarde, sofremos recaídas e, a cada recaída, ficamos frustrados e desanimados, o que faz com que nos distanciemos ainda mais do objetivo que foi estabelecido.

O contrário acontece quando nos propomos a seguir um plano alimentar equilibrado, adequado e personalizado à nossa condição. Com o tempo, todas as metas que ambicionamos são atingidas e, nessa altura, essa forma de estar poderá ser mantida por toda vida, porque o que aconteceu connosco é o que chamamos de reeducação alimentar.

 

Leia o artigo completo na edição de janeiro 2018 (nº 279)

 

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