Boas práticas de higiene oral: mais do que tratar… prevenir!

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Saúde oral! O nome diz tudo: saúde! Por isso mesmo, a saúde oral deve ser tida em conta como parte integrante da saúde em geral. E a melhor forma de estarmos saudáveis é… apostando na prevenção!

catespass2_fotorArtigo da responsabilidade da Dra. Catarina Abrantes, Médica dentista na Rident

É fundamental prevenir. E evitar hábitos que possam ser nocivos. Há alguns fatores essenciais, que contribuem para uma boa saúde oral e um sorriso cheio de vitalidade:

  • seguir uma dieta saudável;
  • redução tabágica;
  • moderação no consumo de álcool;
  • visitas regulares ao médico dentista, de seis em seis meses.

TER UMA “BOCA SAUDÁVEL” É O QUE TODOS AMBICIONAMOS!

E o que as boas práticas de higiene oral têm a ver com o bem-estar físico, psicológico e emocional? Tudo!

Uma boca saudável é fundamental para o mecanismo primário de mastigação e deglutição, permitindo uma correta alimentação. Por sua vez, na componente psicossocial, a sua influência não pode ser desprezada, contribuindo para a forma como estabelecemos uma relação intersocial com a comunidade que nos rodeia.  Se por um lado pode promover a autoestima e confiança, por outro pode ser um fator de vergonha, isolamento e depressão. Ações tão simples do nosso quotidiano, como rir e falar, são condicionadas por uma boca saudável… por isso, de que lado da equação quer estar?

Além dos cuidados diários, é vital haver um acompanhamento especializado, de forma individualizada, periódica e transversal – em todas as fases da vida.

Na nossa população, existe o “mau hábito” de consultar o médico dentista apenas em caso de urgência ou quando existe um problema de saúde oral estabelecido. Apesar dos muitos avanços da Medicina Dentária, a falta de conhecimento por parte da população, a pouca importância que é atribuída à saúde oral e as questões económicas condicionam o acesso a consultas desta especialidade e levam ao diagnóstico tardio, o que se traduz numa maior complexidade e dificuldade face ao tratamento.

 

Leia o artigo completo na edição de novembro 2016 (nº 266)

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