Regras de ouro dos casais felizes

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Nunca se perguntou por que motivo há casais que se entendem melhor do que outros? Uma boa relação amorosa não é uma bênção, mas uma conquista. E ninguém disse que era fácil! Descubra os segredos para uma relação conjugal douradora, saudável e feliz.

 

Há casais que parecem ter encontrado a receita da felicidade. Nunca têm crises e quem os vê juntos acredita que foram feitos um para o outro. Mas será que se amam mais do que aqueles que atravessam (frequentemente) altos e baixos? Provavelmente, não. O segredo está na forma como lidam com as frustrações da relação.

Depois de anos a estudar o comportamento dos casais, psicólogos americanos acabaram por concluir que existem aptidões que os pares mais felizes parecem  saber e aplicar instintivamente. O mais intrigante é que tais aptidões não assentam no estilo de vida, na personalidade ou na intensidade dos sentimentos, mas em questões mais triviais, que costumam estar em défice nos casais menos afortunados. A boa notícia é que qualquer pessoa pode treiná-las, desde que siga algumas regras de ouro.

TER PRESENTE OS BONS MOMENTOS

De acordo com um estudo realizado por uma psicóloga norte-americana, a principal característica dos casais felizes é a sua capacidade para recordar boas memórias, mesmo em momentos de crise. Quando os conflitos afloram, estes casais não entram em dramas e conseguem manter toda a relação em perspetiva, agarrando-se à ideia de que esta não se resume a um somatório dos momentos críticos, mas sim à consciência de que os bons momentos são bem mais importantes.

NEM TUDO TEM DE SER RESOLVIDO

Uma discussão nem sempre tem que acabar com uma aceitação de parte a parte ou com um pedido de desculpa. Aliás, este tipo de pensamento pode ser prejudicial para a relação.

É mais saudável aceitar que, em muitos casos, os desentendimentos conjugais não podem ser resolvidos, por assentarem em diferenças estruturais de personalidade, estilo de vida e/ou valores. Como superá-los? Se não os valorizarem em demasia, ambos irão conseguir encontrar mais facilmente estratégias conciliadoras. Só não centrem todas as vossas energias em fazê-lo, porque o resultado pode ser precisamente o oposto.

JANTARES ROMÂNTICOS NÃO SÃO ESSENCIAIS

O tempo passado a dois nem sempre tem que ser “especial”, pelo menos, não todas as semanas. Não é o jantar romântico, mas as atividades mais mundanas, como as idas às compras ou os jantares juntos, que realmente fortalecem o relacionamento.

As noites românticas resultam, sim, mas em doses moderadas (uma vez por mês), pois só assim funcionam como um momento precioso de “fuga” a dois. Mais vale namorar durante um sábado inteiro do que ir jantar fora todos os dias e depois regressar a casa.

Leia o artigo completo na edição de novembro 2017 (nº 277)

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