É tempo de reparar os estragos do verão

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Pela baça, desidratada, com manchas e rugas visíveis são algumas das heranças do verão. Para reparar estes e outros estragos, especialistas em estética elaboraram uma lista de tratamentos que prometem repor a saúde e a beleza da sua pele.

 

Depois das férias, a maioria das mulheres depara-se com alguns problemas de pele recorrentes: perda de luminosidade cutânea, aparecimento de manchas, aumento da flacidez e rugas e rídulas mais visíveis. Sintomas, todos eles, do fotoenvelhecimento, aquele que é despoletado pelo sol e responsável por desequilíbrios cutâneos precoces.

Ao penetrarem na pele, as radiações solares interferem ainda com o equilíbrio cutâneo, ressecando as peles mais secas e aumentando a produção de oleosidade nas epidermes mistas a oleosas. Se numa cútis ressequida, o resultado se traduz no aparecimento de marcas de expressão em zonas sensíveis, como o contorno de olhos e em redor da boca, na pele com tendência à produção excessiva de sebo, o efeito nefasto dos UV observa-se em poros mais dilatados que favorecem o depósito de impurezas, o aparecimento de borbulhas e a aspereza da superfície cutânea.

A maioria dos “estragos” observa-se no rosto, mas a pele do corpo não está imune aos malefícios solares – o sol destrói as fibras de colagénio e elastina, contribuindo em muito para o aparecimento de flacidez e estrias.

Para reparar estas indesejadas heranças solares, é fundamental intervir assim que o verão se vai embora, de modo a preparar a pele para a entrada nos meses mais frios.

 

Pele mais bonita, passo a passo

Uma vez que os cuidados caseiros e o uso de cosméticos não são, por si sós, suficientes, só num centro de estética é possível encontrar soluções rápidas e eficazes para todos os problemas pós-solares.

 

Problema – Pele desvitalizada e com imperfeições

Solução – Esfoliação com ponta de diamante

O ato de esfoliar a pele a um nível profundo é a melhor forma de apagar os traços das agressões que praia e piscina infligem na cútis. Depois da época balnear, é comum a pele apresentar alterações de textura, tornando-se mais espessa e granulada. Esfoliar significa remover da pele as células mortas que se acumulam à sua superfície, ato que permite desvelar, instantaneamente, uma aparência mais limpa e luminosa.

Um peeling mecânico com ponta de diamante permite refazer a superfície da cútis e corrigir aspereza e falta de brilho, deixando a pele macia e fresca. Este peeling é menos agressivo para a pele do que o químico e o de cristal, vulgarmente conhecido por microdermobrasão. Aplicada sobre a pele húmida, a ponta de diamante promove a recuperação da elasticidade da pele, a diminuição do excesso de oleosidade e, consequentemente, do aparecimento de borbulhas.

A sua ação estende-se ainda às linhas de expressão mais finas, que são também suavizadas por este aparelho. Ao remover a camada mais impermeável da pele, a superficial, a esfoliação com ponta de diamante possibilita uma melhor absorção de máscaras e cosméticos.

 

Problema – Rugas e falta de hidratação

Solução – Luz laser

A luz laser tem mais de 50 anos, mas as suas aplicações continuam a superar-se e a evoluir de ano para ano. Não restam, por isso, dúvidas de que o laser é a mais poderosa das armas contra uma das maiores manifestações do envelhecimento cutâneo – as rugas, que depois do verão costumam aparecer no rosto, em particular quando não houve uma adequada proteção solar.

A luz laser de baixa frequência está indicada para áreas pequenas do rosto e atua diretamente sobre os fibroblastos, impelindo-os a produzir mais elastina e colagénio. As rugas são, desta forma, preenchidas e atenuadas, graças à energia bioestimulante que a luz laser leva até aos tecidos cutâneos e que promove uma profunda regeneração celular. Rosto e seus contornos sofrem um efeito lifting instantâneo e, por debaixo da superfície, os tecidos ganham novas doses de hidratação, restabelecendo as suas reservas de água. Esta luz laser possui a vantagem de não desidratar as células, preservando-as.

Leia o artigo completo na edição de setembro 2018 (nº 286)

 

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