Alimentação equilibrada: comer um pouco de tudo é o segredo da melhor dieta

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Uma correta alimentação não obriga a submeter-se a dietas restritivas, possuir profundos conhecimentos de nutrição ou efetuar complicados cálculos: basta comer de forma equilibrada, consumindo diariamente alimentos pertencentes aos sete grupos alimentares.

 

A disponibilidade de uma ampla variedade de alimentos, na quantidade adequada, permite-nos satisfazer as necessidades energéticas e nutricionais básicas. Sem desprezar os casos de insuficiente ingestão de alimentos, que infelizmente ainda se registam em Portugal, assim como no resto do mundo ocidental – já sem referir a tragédia da fome nos países em vias de desenvolvimento –, convém assinalar que, atualmente, se registam mais excessos alimentares do que carências nutricionais.

A tendência para comer mais do que o necessário, associada à preferência por certos tipos de alimentos, em prejuízo de outros, traduz-se num desequilibrado fornecimento de energia e de nutrientes, com o consequente risco de incorrer em certos quadros patológicos de origem fundamentalmente nutricional, tais como a obesidade, a hipertensão, a arteriosclerose, a diabetes, etc. De tudo isto se deduz que é preciso controlar a quantidade e a variedade dos alimentos ingeridos diariamente.

CONTROLAR O PESO

Para atingir uma dieta equilibrada, não é necessário ter profundos conhecimentos de nutrição ou realizar complicados cálculos: na maior parte dos casos, basta seguir algumas regras elementares, conhecer a composição básica dos principais alimentos e obter informação sobre a forma mais conveniente de os conservar, cozinhar e combinar entre si, para compor a dieta quotidiana.

Antes de mais, é necessário controlar o peso regularmente: convém pesar-se numa boa balança e repetir a operação, se possível à mesma hora e nas mesmas condições, pelo menos uma vez por semana. Um aumento de peso, ainda que mínimo, é indício de um excesso alimentar e um sinal de alarme para diminuir as doses, procurando, simultaneamente, saciar o apetite com alimentos de baixo conteúdo energético e ricos em fibras, como as hortaliças e os cereais integrais, por exemplo.

Os benefícios do exercício físico também não devem ser esquecidos: um passeio diário é de grande ajuda para queimar algumas calorias em excesso.

Leia o artigo completo na edição de maio 2016 (nº 261)

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