Não existe uma definição única e universal de “meia-idade”. Para a American Psychological Association, a meia-idade corresponde ao período entre os 40 e os 65 anos, caracterizado por mudanças graduais físicas, cognitivas e sociais. Já a Organização Mundial de Saúde aponta para a faixa etária entre os 45 e os 60 anos.

Para muitas pessoas, a perceção de terem atingido a meia-idade surge ao entrarem na quinta década da vida. Os 50 são uma espécie de ponto de viragem. E com isso a analogia do copo com líquido até metade, que por uns é visto como meio cheio e por outros como meio vazio.

Para alguns, o que mais conta, por bons ou maus motivos, é o passado, o que já viveram e o que os fez mais ou menos felizes. Para outros, o que mais importará será o futuro, seja por vocação filosófica, seja por mecanismos de ilusão ou compensação.

Tendo em conta o inevitável estereótipo da esperança de vida, o mais importante de tudo é que a “meia-vida” que nos resta seja vivida com o máximo de saúde, tanto física como mental. Sem esquecer que cada dia que passa é o primeiro do resto das nossas vidas e, podendo ser o último, deve ser vivido como se a vida fosse apenas um dia. É sobre isto que trata esta edição especial.

Siga-nos também no Instagram: @revista_saude_e_bem_estar